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nome: Giana Cunha
aniversário: 12.janeiro
idade:
profissão: Jornalista
cidade: Bagé
lazer:
paixões:
| família |
| meus cachorros |
| minhas gatas |
| música |
| artes |
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| 29.6.04 |
11:01 PM |
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Depois de perder um post gigante... vou tentar escrevê-lo novamente
Ai, ai... (suspiro)
Buenas, vou começar pelo Domingo, cheio de emoções no clássico "futebolístico" de Bagé! Baguá (BagéXGuarany), marcado para as três e meia da tarde e eu de plantão quase meia hora antes, para fazer um VT sobre as torcidas.Lado de lá: vermelho e branco (Guarany), lado de cá: amarelo e preto (Bagé). Feito! Começa a partida, com uns bons dez minutos de atraso, aos dezesseis minutos o Guarany marca, um a zero na Pedra Moura (estádio do Bagé). O jogo é tenso, a situação dos dois times é crítica, eles tem que ganhar para tentar a classificação para a próxima fase da série B do campeonato gaúcho. O tempo fica um pouco nublado na área do Guarany, os jogadores se empurram, mas não é nada de mais... Começa o segundo tempo, aos treze minutos o Bagé empata. A coisa começa a ficar feia, o juiz não marca um pênalti claro e marca impedimento de um gol, para o Bagé... Empate não é bom resultado, não se esqueçam! Acaba o jogo e todos se enlouquecem, fecha uma "pauleira daquelas", jogadores se agarrando, goleiros rolando no chão e trocando socos mutuamente, técnicos desesperados tentam separar os jogadores mais desesperados ainda. E eu ali, assistindo a tudo e confesso que eu achei meio engraçado, aquele monte de gente tranquila, que estou acostumada a ver nos treinos, literalmente enlouquecida! depois do quebra-pau, falo com o técnico e um jogador do Bagé, os dois com os olhos esbugalhados, a cara e os cabelos cheios de grama, parecendo monstros recém saídos do pântano (tá certo que eles normalmente não são o que se chama de "colírio" para os olhos, mas a coisa tava feia mesmo!). A essas alturas o Guarany saia fugido por um portão lateral, lá fui eu caçar, o outro técnico e mais um jogador. O primeiro estava igualmente com os olhos saltados, a voz trêmula e um ligeiro ar de vergonha pelo que tinha aconteceido, agora... o jogador: esse já me olhou sorrindo (irônicamente é claro) e ele foi um dos que começou a "pauleira". Tá, fiz as entrevistas, fui pra TV, selecionei as cenas, fiz textos para 2 matérias, masndei as imagens da briga, para Porto Alegre e consegui deixar o trabalho lá pelas nove horas da noite! Literalmente, podre, mas satisfeita e "adrenalizada", pelo dia "anormal" de uma partida de futebol na Campanha Gaúcha!
Segunda
Tá, até que deu pra descansar... Acordei onze e meia da manhã. A tarde fui para Hulha Negra, cidade da Região conhecida pelo grande números de assentamentos do MST. Ontem o governo Federal anunciou o Plano de Safra 2004/2005, e fui repercutir a história nos assentamentos, já que neste ano a novidade é que foi criado um crédito, de R$ 6 mil reais por família para revitalização dos assentamentos. A estrada é horrível! Quase atolamos, o lugar é longe, mas é lindo. Cerros e morros, apoiam o pôr-do-sol (do qual já falei por aqui) que contrasta com o verde, bem verde, quase verde limão das pastagens da campanha. Bom, arregacei as mangas e pé no barro... literalmente, mas como tudo sempre é válido.. conheci duas pessoas que servem de exemplos de vida... ou não, interpretem como quiserem! Beatriz, não tem trinta anos, ao menos sua fizionomia revela isso, assentada, filha de assentado e três filhos "no lombo". Abandonada pelo marido, "toca" o pedaço de terra sozinha, já que o outro companheiro passa a semana fora trabalhando em um frigorífico, e ó aparece nos finais de semana. Ela além de cuidar de tudo sozinha ainda arruma tempo para estudar, cursa o segundo grau à noite, e diz que "o estudo é tudo na vida". Éverton, filho dela, deve ter uns onze anos de idade é o orgulho de Beatriz, que dizia: -Ele ó, é um menino esperto, tirou cem na escola. Agora vai para o colégio da Hulha (colégio considerado melhor- mais forte- do que os do assentamento), porque é inteligente. Outro: não sei o nome, assentado, produtor de leite, cara sofrida, um certo ar de inconformado com a situação geral, social, enfim... Etudou até a quarta-série, o que me confidenciou com um certo pesar. Mas tinha um motivo de orgulho: a mulher, formada professora há um ano trabalha na escola do assentamento, ganha 700 reais por mês. Pagou faculdade, morou longe dele e hoje faz o que sempre sonhou, ensina crianças a ler e escrever. Coisa valiosa por lá, segundo o seu produtor de leite que não me lembro o nome, mais da metade de quem vive por ali é analfabeto, e a mulher dele era PROFESSORA... É legal repensar os valores através destes exemplos... eu fico ligada nestas situações porque penso que elas não aparecem para mim por acaso. Esse orgulho de coisas que para nós são tão banais faz repensar o que realmente importa nessa vida...
obs.:
tem mais aventura em Hulha Negra... amanhã escrevo sobre hoje
Informações da repórter Giana Cunha
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| 25.6.04 |
2:03 PM |
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Ai, ai...
Há uns três dias o sol não aparece por aqui... as vezes ele dá uma "espiadela" por entre as nuvens. As noites tem sido nebulosas, com uma fina camada de umidade, que parte do céu e deixa a visão meio perturbada. Mas nada que deixe meus dias alterados... O final de semana é de plantão, e muito trabalho, no Sábado e no Domingo. Primeiro vou a Dom Pedrito, fazer um seminário "Lavoura em Evolução", volto, edito reportagens para o RBS Notícias, apresento o jornal. No Domingo, dia de clássico da Campanha, me vou ao Baguá que promete ser um jogo bem disputado, já que os dois times tem que ganhar para tentar a classificação para a outra fase do campeonato... depois, concurso de prendas e peões... E assim o final de semana passou... A qualquer momento mais novidades da Rainha da Fronteira!
Informações da repórter Giana Cunha
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| 23.6.04 |
7:01 PM |
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Anoitece aqui, mas não como em qualquer lugar
Em Bagé já é noite, o céu está nublado. Ao longe, em direção ao Oeste, um fio, em tons de cor-de-laranja, meio avermelhado, torneia os morros da região. Tenho uma extrema preferência pelo entardecer. E como ele é bonito por aqui. Lembro de quando criança, olhar pela janela do quarto do apartamento onde morava em Pelotas (sim, a vista apontava para o oeste!) e ficar alguns minutos observando os tons que variavam entre o amarelo, o vermelho, o rosa e o lilás, até aquela bola de fogo sumir no horizonte... Não sei porque, mas o anoitecer não me deprime, parece que resta sempre a esperança de que amanhã um novo por do sol, com novas cores virá... enfim...
Informações da repórter Giana Cunha
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| 22.6.04 |
7:02 PM |
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Altos e Baixos
Nos autos dos meus um metro e cinquenta e seis de altura e quarenta e quatro quilos de inconstância suprema, me pego em altos e baixos. São vontades, emoções e inconstâncias que movem a, aparente (ou não), nova fase das coisas. No momento gostaria de viajar... para o Egito ou para a Índia, como se fosse em busca de alguma resposta na poeira de lá, que deve ser diferente da de cá (Bagé é uma cidade em que a poeira é uma constante, seja na terra seca das estações de pouca chuva ou por causa das chaminés das fabricas de cimento e de carvão em cidades vizinhas). Eu, em voltas com minhas vontades, estou "desembestada", quero conhecer estes dois lugares e vou... quando? Não sei, mas vou... Numa conversa no Domingo a noite, com um querido amigo, algumas coisas começaram a me intrigar. Penso que a gente não "cai" nos lugares por acaso e não estou aqui por ter planejado as fases da minha vida, vim porque aqui tenho alguma missão a cumprir. Sempre quiz morar perto do mar e me deparo longe dele, mas não infeliz. Aqui por Bagé, muitos de meus antepassados passaram, não fincaram raízes, mas passaram. Agora traço o trajeto, ao contrário, como se fosse uma missão que não tarda a hora de ser concluída, e quando esse tempo chegar, saberei, não me perguntem como, porque isso... não sei!
Informações da repórter Giana Cunha
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| 21.6.04 |
3:11 AM |
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Tranquila, "feito água de poço"!
Dizem que depois da tempestade vem a calmaria. Dos ditados este cabe ao momento. Agora é centrar a cabeça e voltar a minha vida, me deter ao meu trabalho, as minhas coisas - cerâmica, desenhos, parede amarela do apê-.Posso dizer que a serenidade é a palavra da vez, espero levar uma vida tranquila deste ponto para a frente, com tudo o que pude conquistar nestes últimos meses. Tudo se ajeita e a gente acaba aprendendo com as propostas que a vida nos faz. Acho que por enquanto era isso. Felicidades...
Informações da repórter Giana Cunha
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| 20.6.04 |
12:58 AM |
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Time!
Não estava eu disposta escrever, mas enfim cá estou. Hoje penso que cabe falar sobre a terra, em suas variadas formas de aparição na natureza. Solo onde fixamos raízes, reviramos os sonhos, para que eles novamente possam brotar. Oxigenação de perspectivas, que trazem sofrimento, dor e finalmente, a ruptura efetiva. Por que é tão difícil crescer? Por que a vida tem que pregar pequenas peças o tempo todo? Por que o acaso vem para nos torturar ainda mais? Tantas coisas que não acontecem em tempo certo. É como o cultivo de uma plantação por exemplo, se não se planta a semente no tempo ideal o broto acaba por não nascer ou fica ali... e não se desenvolve, ou cresce, um pouco e começa a murchar. E isso aconteceu, nova fase, nova vida e tudo vai se organizar aos poucos vão-se arrumando as gavetas. Arrancando os galhos secos para que novos, verdes possam brotar...
Informações da repórter Giana Cunha
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| 17.6.04 |
1:45 PM |
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Cheia!
Sem mais comentários!
Informações da repórter Giana Cunha
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| 15.6.04 |
8:35 PM |
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Depois do momento "eu me amo" :OP
A vida segue, o frio não tá tão intenso. Hoje a uma da tarde fez dezenove graus. Baita calorão!
Terminei de pintar a parede da minha sala de amarelo, pendurei dois quadros feitos por mim! Ainda falta pintar mais dois pedaços nas laterais da janela, mas vou reservar esta atividade para o final de semana, que deverei passar por aqui!
Estava pensando faz uns seis meses que não faço minhas mulheres de argila, desde que vim para cá. Na verdade elas foram substituídas por placas, bichinhos, desenhos, que estão espalhados pela minha casa como pequenas partes de mim.
Preciso de um barro novo, para que minha nova vida comece a tomar novos rumos. Sinto me agora como um monte de argila que está novamente sendo moldada e que de repente pode se transfomar em uma obra... assim, de um hora para a outra!
Informações da repórter Giana Cunha
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| 14.6.04 |
7:09 PM |
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Um dia
Já esteve calor e eu já fui assim... Então, só para matar a saudade!
Informações da repórter Giana Cunha
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| 12.6.04 |
3:50 PM |
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Com o perdão da expressão!!!
Nada define melhor o frio de Bagé como: - TÁ FRIO PRA CARALHO!!!!!!! :oP
Bom, vou entrar em detalhes! Madrugada, duas horas da manhã Zero grau! Acordei as sete para trabalhar, áh como é difícil sair da cama!! Lençól elétrico ligado, fugi que "era um risco" (rapidamente) para baixo do chuveiro e me senti um frango congelado no microondas! Blusa,blusinha, blusão, touca, luva, poncho. Era eu um "capote" só! Enfrentei a vontade de ficar coberta e "me fui" para rua, vi que sou uma menina de coragem. Êta vento gelado! Oito horas da manhã três graus! E eu aqui... 'frozen' como a Madonna!!! Nem a estufa está ajudando, chá, chimarrão tudo é válido, mas nada adianta!
Sejam bem vindos ao encantado e congelado mundo de Giana a menina que descobriu que é super poderosa e que aguenta até frio de "renguear cusco"!
Informações da repórter Giana Cunha
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| 11.6.04 |
12:29 PM |
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Venta vento Minuano que vem para os pagos para gelar minh'alma
Manhã de temperatura agradável aqui em Bagé!!! Singelos seis graus, acompanhados por um ligeira ventania nervosa, fizeram o favor de congelar meus dedos quando saí para trabalhar! Noite mal dormida e trabalho de muitas, outras, tantas horas, estão virando rotina!
No final de semana visita da mamãe... portanto, estarei ocupada com mimos!!!
: O P
Para esta madrugada a previsão é zero grau, se não voltar a escrever por aqui é porque congelei!!!!
Informações da repórter Giana Cunha
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| 10.6.04 |
11:37 AM |
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Tempo
Nas primeiras horas da manhã o sol resolveu não dar o "ar da graça". Sete horas e ainda era noite na Campanha Gaúcha. O tempo foi passando e um neblina fina tomou conta do horizonte. De cima do morro não se pôde mais ver a cidade, mal se consegue enchergar à um palmo a frente do nariz. A chuva ameaça e faz desconfiar de que desta vez a previsão pode estar certa.. temperaturas baixas no final de semana!
Agora onze e meia uma pancada chega para acelerar o processo... cai água na Rainha da Fronteira, e como dizem por aqui, "e bota água mesmo!!".
Por enquanto espero para fazer o Jornal do Almoço, pensando na minha cama durante a tarde, comer uma nêga maluca, com coca-cola e depois terminar de pintar a parede amarela da sala de minha casa.
Informações da repórter Giana Cunha
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| 9.6.04 |
11:49 AM |
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Nômade
Muito trabalho por aqui... Ontem enfrentei uma jornada de pequenas doze horas! Final do dia, estava eu destruída, desancada e acabada! Cheia de problemas, mudanças e amigos (pelo menos). Preencher as horas com desenvolvimento profissional pode ser uma boa alternativa para quando queremos nos desligar do mundo. Volto a querer ser nômade, largar tudo, deixar este canto ir para outros tantos. Volta da sede por conhecimento, com uma pontinha de vontade de ficar por aqui... liberdade é a palavra deste momento, aliada a vida e a esperança de que as mudanças vem para o bem, para que possamos crescer com toda a serenidade do mundo!
Informações da repórter Giana Cunha
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| 8.6.04 |
8:04 AM |
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Ah tá...
Já tô aqui... mas com "pregui..." de escrever!!!
Informações da repórter Giana Cunha
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| 6.6.04 |
2:24 PM |
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Mudanças
Mais uma vez acontecem rupturas em minha vida. As coisas mudam, a gente se transforma e tudo toma seu rumo, seja ele certo ou errado. Esse final de semana foi de reencontros, amigos da faculdade, vida em família e falta de stress... Muita risada, festa e música, penso que assim as coisas vão se estabelecendo e tomando o seu devido lugar. Aos de longe, Manuca e Paul, principalmente vale a força e o contato da interligação! Isso me impressiona!
Daqui a pouco volto para Bagé... Aguardem mais novidades...
Informações da repórter Giana Cunha
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| 5.6.04 |
9:13 PM |
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Como diria Doroty
Não há lugar como o lar! O de lá ou o de cá...
Informações da repórter Giana Cunha
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| 4.6.04 |
1:47 PM |
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Comentário que vale um post
"Correndo atrás de borboletas"
Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com uma outra pessoa, você precisa, em primeiro lugar, não precisar dela. Percebe também que aquele (a) cara que você ama (ou acha que ama) e que não quer nada com você, definitivamente, não é o homem (a mulher) da sua vida. Você aprende a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de você. O segredo é não correr atrás das borboletas...é cuidar do jardim para que elas venham até você. No final das contas, você vai achar, não quem você estava procurando, mas quem estava procurando pôr você!
(Mário Quintana)
Recebido por uma nova, mas grande amiga, que sabe compreender o que se passa no meu cabeção!
Informações da repórter Giana Cunha
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| 3.6.04 |
1:48 PM |
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?
Tudo é uma questão de manter, a mente quieta, a espinha reta e o coração tranquilo....
Informações da repórter Giana Cunha
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