"As únicas coisas eternas são as nuvens ..."
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nome: Giana Cunha
aniversário: 12.janeiro
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profissão: Jornalista
cidade: Bagé
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25.2.05 10:23 AM

Ainda em férias...

Já estou por aqui, mas queria estar lá, longe, perto "das franjas do mar".
Fazer o que, se minha sina é viajar e cada vez para mais distante, mas um dia isso há de passar.

Informações da repórter Giana Cunha
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12.2.05 11:45 AM

Dá pra Aguentar?

Gente estou saindo de férias e consequentemente vou deixar à deriva este blog que voz fala! Pelo menos por um tempo não vou contar nadica de nada por aqui. Mas voltem, que o ano novo começa em março, só bem depois do carnaval!
Até!

Informações da repórter Giana Cunha
Palpite:

7.2.05 12:55 PM

Já é Carnaval!!!

Em meio a tantas bundas, peitos, fantasias, farras e bebedeiras, o meu carnaval passou tranquilo, sim, já passou. Segunda e terça são dias normais de trabalho e eu confesso ficar com uma certa inveja de quem tem um bom carnaval para aproveitar. O Rio Grande do Sul pode ser um ótimo estado para muitas coisas, agora convenhamos: carnaval é na Bahia, no Rio de Janeiro!!!! Por isso optei por dormir, dormir muito mesmo, talvez um dia volte a fazer parte desta farra que eu tanto gosto, mas de um verdadeira, daquelas de deixar todos os monstros sairem do corpo e dominarem a situação.

Buenas, vamos a um pouco de cultura!

A Origem do Carnaval

O Carnaval é uma festa que existe desde a Antiguidade e vem de muito longe. A festa é originária dos cultos agrários da Grécia. O Carnaval Pagão começa quando se oficializa o culto a Dioniso na Grécia, no século VII a.C. e, termina, quando a Igreja Católica adota a festa em 590 d.C. A separação da sociedade em classes fazia com que houvesse a necessidade de válvulas de escape. É nessa época que sexo e bebidas se fazem presentes na festa. Em seguida, o Carnaval chega em Veneza para, então, se espalhar pelo mundo. Diz-se que foi lá que a festa tomou as características atuais: máscaras, fantasias, carros alegóricos, desfiles... O Carnaval Cristão passa a existir quando a Igreja Católica oficializa a festa condenada pela instituição por seu caráter ¿pecaminoso¿. No entanto, as autoridades eclesiásticas da época se viram num beco sem saída. Não era mais possível proibir o Carnaval. Foi então que houve a imposição de cerimônias oficiais sérias para conter a libertinagem. Mas esse tipo de festa batia de frente com a principal característica do Carnaval: o riso, a brincadeira. É só em 1545, no Concílio de Trento, que o Carnaval é reconhecido como uma manifestação popular de rua. O motivo da mobilidade da data é não coincidir com a Páscoa Católica, que não pode ter data fixa para não coincidir com a Páscoa dos judeus. O cálculo é um pouco complexo. Determina-se o equinócio da primavera, que ocorre entra os dias 21 e 22 de março no hemisfério norte. Observando a lua nova que antecede o equinócio, o primeiro domingo após o 14º dia de lua nova é o domingo de Páscoa. Como o primeiro dia da lua nova, antes de 21 de março, é entre 08 de março e 05 de abril, a Páscoa só pode ser entre 22 de março e 25 de abril. O domingo de carnaval é sempre no 7º domingo que antecede ao domingo de Páscoa.

Carnaval no Brasil

O Carnaval brasileiro surge em 1723, com a chegada de portugueses das Ilhas da Madeira, Açores e Cabo Verde. A principal diversão dos foliões era jogar água nos outros. O primeiro registro de baile é de 1840. Em 1855 surgiram os primeiros grandes clubes carnavalescos, precursores das atuais escolas de samba. No início século XX, já havia diversos cordões e blocos, que desfilavam pela cidade durante o Carnaval. A primeira escola de samba foi fundada em 1928 no bairro do Estácio e se chamava Deixa Falar. A partir de então, outras foram surgindo até chegarmos à grande festa que vemos hoje.

Informações retiradas daqui

Informações da repórter Giana Cunha
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