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nome: Giana Cunha
aniversário: 12.janeiro
idade:
profissão: Jornalista
cidade: Bagé
lazer:
paixões:
| família |
| meus cachorros |
| minhas gatas |
| música |
| artes |
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| 28.2.08 |
5:41 PM |
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Cheiro bom, inspirador...
Foi capaz de sentir o vento na face corada e quente.Um vento leve, brisa úmida de final de tarde chuvosa e nublada.
Quis tocar na chuva, mas não estava disposta, preferiu respirar fundo e sentir dentro da alma o cheiro de terra, ainda molhada, pelos primeiros pingos de um dos meses mais secos dos últimos tempos.
Parou, pensou e simplesmente sorriu, sentindo que a cada gota molhando a terra, nascia a esperança de um novo tempo e quem sabe... com novos frutos.
Complemento
A chuva nos cabelos
(Augusto Frederico Schmidt)
A chuva molhava os seus cabelos,
A chuva descia sobre os seus cabelos
Voluptuosamente.
A chuva chorava sobre os seus cabelos,
Macios,
A chuva penetrava nos seus cabelos,
Profundamente,
Até as raízes!
Ela era uma árvore,
Uma árvore molhada
E coberta de flores.
(Publicado: Fonte invisível - 1949)
Informações acaloradas, da repórter Giana Cunha
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| 26.2.08 |
5:07 PM |
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Mitologia, o limite entre o ser, o ter e o interpretar
Já se contou histórias, de forma figurada sobre como o homem tem que matar leões e monstros mitológicos, já se falou da vida e de escolhas que tem que ser feitas ao longo dos anos. Na prática, nunca paramos para interpretar e filosofar sobre as pequenas coisas. Seja uma chuva forte, uma ventania, o sol quente e até a estiagem. São sinais naturais que nos são dados durante o dia a dia e que às vezes não percebemos. É assim no cotidiano, a gente sabe quando está bem e quando não está bem, também.
Sem livros de auto-ajuda, a percepção é nossa maior aliada para enfrentarmos dificuldades. Percepção, calma e reflexão são as armas para sabermos o que acontece conosco ou o que está para acontecer. Ouvir o bumbo do coração, respirar e sentir o ar nos pulmões, pode ser fácil, automático, mas é a forma mais simples de se conhecer e assim aprender a sermos ainda maiores.
complemento.......
O coração
(Castro Alves)
O coração é o colibri dourado
Das veigas puras do jardim do céu.
Um — tem o mel da granadilha agreste,
Bebe os perfumes, que a bonina deu.
O outro — voa em mais virentes balças,
Pousa de um riso na rubente flor.
Vive do mel — a que se chama — crenças —,
Vive do aroma — que se diz — amor. —
Informações acaloradas, da repórter Giana Cunha
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| 12.2.08 |
6:46 PM |
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A chuva que chove por aqui...
Há dias que chove.
Céu cinzento, que, às vezes, dá espaço para o azul.
Mas, na maior parte do tempo é o cinza, que dá o tom dos últimos dias.
Isso poderia me irritar a alguns anos. Hoje encaro a chuva com certa simpatia.
Os dias ficam mais frescos, a poeira baixa e dá uma vontade de se aconchegar em casa e fazer comidas especiais.
Quando era mais jovem, gostava de sair do colégio e voltar para casa a pé, caminhando devagar na fina “garoa Pelotense” que às vezes perdurava por dias... tardes cinzentas, que hoje me trazem cores à memória e uma lembrança de que há muito não faço esse exercício, de simplesmente me entregar as mágicas gotas que caem do céu e àquele cheirinho de terra molhada, e hoje com um aroma de manjerona regada, que sai do canteiro da casa nova.
mmmmmmmmm
Informações acaloradas, da repórter Giana Cunha
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| 11.2.08 |
7:08 PM |
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Tantas contas, oras, me conta!
Em minha mente perduram coisas... coisas boas e nem tão boas assim. É conta pra pagar, mais conta pra pagar e um outro, tantão de contas para... pagar. Nada que ainda me leve ao desespero de causa, que me faça pensar em vender a alma em uma esquina qualquer. Mas são coisas, coisas essas, que preenchem o pensamento, em todo o seu espaço de memória. Então me conta, tanta conta, faço contas e conto que cantar é o melhor!
Informações acaloradas, da repórter Giana Cunha
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